>> Acapela (4)
 >> Axé Music (7)
 >> Black Music (17)
 >> Congregacional (20)
 >> Country (10)
 >> Forró, Baião, Xote (24)
 >> Jovem Guarda (5)
 >> Louvor e Adoração (65)
 >> Metal (13)
 >> MPB (47)
 >> Pop (72)
 >> Reggae (16)
 >> Regional (13)
 >> Rock (70)
 >> Sacro (21)
 >> Samba e Pagode (11)
 >> Sertanejo (7)

Autor: SALVADOR RIBEIRO DE SOUSA
Edição:
1ª edição: março de 2004
: 1

O que é música gospel

I - INTRODUÇÃO

   A expressão "música gospel" surgiu no final dos anos 80 para designar a música produzida pelo Movimento Gospel, mas com o tempo ela foi tomando proporções maiores a tal ponto de se constituir em mais uma expressão para designar a música produzida pelos evangélicos brasileiros. Em outras palavras, "música gospel" passou a ser sinônimo de "música evangélica" ou "música cristã".

  Tenho notado que há no meio evangélico, tanto pela parte de fãs quanto da parte de músicos e cantores, um certo incômodo, preconceito e até mesmo uma aversão ao termo gospel. Muitos cantores e bandas evangélicas não querem esse "rótulo", porque têm a impressão de que isso prejudica a sua imagem e conseqüentemente sua carreira. Há aqueles que acham que a palavra gospel deveria designar somente os trabalhos do Movimento Gospel. Outros acham que deveria ser gospel somente aquele estilo cantado pelos negros americanos do sul dos Estados Unidos. Em suma, estamos diante de uma situação difícil de se definir, bem como difícil de se aceitar a definição. Por isso, gostaria de fazer a seguir algumas reflexões para auxílio na busca de uma boa definição, bem como estabelecer limites do que se pode considerar música gospel.

II - ORIGEM DO TERMO

   A palavra "gospel" foi adotada no Brasil, pelos evangélicos, para designar um movimento musical que eclodiu a partir de 1989. Esse termo foi formado da junção das palavras inglesas God + spell, e significa palavra de Deus, ou melhor, boas notícias. Foi tomado do inglês dos Estados Unidos, principalmente, por causa da grande influência que a música norte-americana tem exercido há décadas na igreja brasileira.

   Hoje em dia tem sido considerado música gospel toda a música produzida pelos evangélicos, independente de qualquer que seja o estilo. Essa palavra caiu no gosto da maioria dos evangélicos, da mídia evangélica e até da mídia secular. Por exemplos, as gravadoras evangélicas com maior projeção no País (BOMPASTOR, GOSPEL RECORDS, LINE RECORDS, MK PUBLICITÁ e TOP GOSPEL), bem como o principal prêmio da música evangélica brasileira, o TROFÉU TALENTO, adotaram o termo. As lojas de discos e grandes supermercados, tais como o EXTRA e o CARREFOUR reservaram um espaço lá para os CDs evangélicos que está escrito GOSPEL. Por isso tudo, o termo gospel veio mesmo para ficar e pelo que temos visto atualmente, essa expressão aparenta ter vida muito longa.


III - TERMOS PROPOSTOS

   Outros termos e expressões têm se destacado e sido defendidos, propostos e utilizados para designar a música do povo evangélico, todavia não têm tido muita aceitação. A primeira é a expressão Música Cristã Contemporânea (MCC), traduzido e importado dos Estados Unidos. É grande demais para nós que gostamos de siglas, apelidos e nomes curtos. Também o brasileiro está mais convicto hoje de que não é porque nos USA se fala assim que aqui dever ser igual, ou porque é a melhor designação uma vez que esse tipo de música está mais evoluído por lá. Em outras palavras, não é porque nos USA é assim que aqui deve ser do mesmo jeito. Em suma, nós brasileiros não temos nenhum compromisso ou obrigatoriedade de seguir o exemplo dos norte-americanos, seja em nome da globalização da música cristã ou qualquer outra coisa. Obviamente essa expressão é passível de questionamentos. Por exemplos: o conceito de contemporâneo nos USA coincide com o conceito no Brasil? Há alguma ligação desse termo com o conceito de história contemporânea? Se eu admito que nossa música é contemporânea, dá margem para se afirmar que existe música cristã antiga, medieval e moderna agora como seria possível definir isso aqui no Brasil?

   A segunda sugestão que gostaria de comentar é a expressão música cristã (brasileira). A título de conhecimento, a palavra "cristão" aparece apenas 3 vezes em toda a Bíblia (At 11:26 26:28 1 Pe 4:16), e segundo os estudiosos do assunto, não foi um termo nascido no seio da Igreja do 1º século, mas vindo de fora. Era a princípio uma espécie de apelido dado aos seguidores de Jesus, tal como marxista: discípulo de Marx, petista: partidário do PT, etc. Ao longo da história as igrejas acabaram adotando-o com o bom sentido de seguidor ou discípulo de Cristo. Temos que admitir, todavia, que esse conceito está defasado hoje em dia, pois há muita gente que se intitula cristão/ã e não conhece e nem segue o Evangelho de Jesus Cristo. De qualquer forma pegando o bom sentido da palavra, poderíamos considerar que essa expressão, música cristã, seria uma boa designação se não fosse por um pequeno detalhe: poderia ser considerado música cristã qualquer trabalho que falasse de Deus e Jesus Cristo? Por exemplo, se um cantor católico, ou alguém sem religião definida, fizer uma canção exaltando ou falando bem de Cristo poderia ser considerada, pelos evangélicos, música cristã? Haveria harmonia ou consenso entre evangélicos e católicos, quando um desses grupos adotasse somente para si a expressão música cristã? Haveria possibilidade de católicos e evangélicos chegarem a um acordo para ambos adotarem o termo música cristã? Eu acredito que não, pois muitos evangélicos não consideram cristãos os católicos, como também muitos católicos não consideram os evangélicos como pessoas salvas. Há até casos de evangélicos que não consideram outros evangélicos como cristãos, como no caso das igrejas eclesiocentristas.

   A terceira sugestão bastante utilizada é a expressão música evangélica (brasileira). É bem provável que essa expressão não vingou mais por uma questão de divergências doutrinárias e de opiniões. Devido a enorme quantidade de igrejas, cada uma com as mais diversas doutrinas, muitos crêem e pregam que não são evangélicos e que certas músicas, cantadas em certos estilos, como o rock, não podem ser consideradas música a serviço do Reino de Deus. O termo evangélico é um bom termo, mais ele tem conotação partidária, ou seja, o significado dele atualmente é o cristão oposto de católico, ou seja, no cristianismo brasileiro quem não é católico é evangélico. Obviamente se um artista evangélico for em um veículo de comunicação da mídia secular, onde haja católicos, poderá encontrar aversão e barreiras ao divulgar seu CD de música evangélica.

   As três opções acima tem sido bastante utilizadas pela mídia evangélica, uma vez que há muita gente que simpatiza e/ou defende o uso dessas expressões. Entretanto essas expressões tem sido utilizadas, também, para conceituar a palavra gospel. Como se pode notar, os estilos musicais tem nomes curtos, como por exemplos rock, reggae, rap, samba, forró, pop, country, blues, baião, xote, etc. É por isso que a palavra gospel tem bastante força. Ela tem nome de estilo musical, enquanto as três expressões anteriores tem aparência de definição, de significado. É claro que a palavra gospel só é ritmo nos Estados Unidos. No Brasil é apenas uma designação do tipo de música feito pelos evangélicos.

   Existe ainda uma quarta opção que sugere que o cantor/a ou banda seja designado/a e difundido/a apenas pelo seu estilo, como por exemplo cantor pop, banda de rock, dupla sertaneja, grupo de samba e/ou pagode, etc ou seja, sem o rótulo de gospel na frente do estilo. Poderia ser bom em termos de evangelismo e acesso à mídia secular, mas é possível que muitos CDs ficassem apagados diante da qualidade dos CDs seculares. Também poderia ser uma tentação para os evangélicos o contato constante com os artistas e bandas seculares. Imagine um CD de uma banda de rock gospel ao lado de CDs do Titãs, Paralamas do Sucesso, CPM 22, Tihuana, Ultraje a Rigor, LS Jack, Charlie Brown Jr, etc. Corre-se dois riscos: o desinteresse dos não-evangélicos pelos CDs de bandas de rock gospel e o aumento do interesse dos evangélicos por bandas de rock seculares, o que não é impossível de ocorrer. Não são poucos os evangélicos que são capazes até de brigar com qualquer um que criticar seus cantores e bandas seculares prediletas. Também como é que se vai saber se a banda vive o que prega, se os membros são evangélicos, se os objetivos da banda são cristãos?

   Em suma, a comunidade evangélica brasileira não gosta somente do rótulo do estilo que o artista ou banda toca, ela requere um nome que identifique claramente que ele/ela é evangélico/a, ou seja, os evangélicos brasileiros não querem somente saber se canta rap, rock, samba, etc. Querem saber se a banda canta para Jesus ou não, se está a serviço do Reino ou não. Eu diria que isso não vai mudar, pois nossa evangelização, andamento da igreja brasileira e da música evangélica deixam claro isso. Não há nada de errado o artista ou banda se apresentar com base apenas em seu estilo, especialmente quando estiver na mídia secular, mas nunca deve negar que seja evangélico, pois isso traz conseqüências negativas e imediatas para sua carreira, no meio evangélico.


IV - CONCEITO E FORÇA DO TERMO GOSPEL

   Bom, como vimos anteriormente as 4 opções anteriores tem suas ressalvas, e a expressão música gospel não é exceção.  Mas é preciso ressaltar que essa expressão tem suas qualidades, também. Para começar esse o termo gospel é simples, curto, fácil de pronunciar e escrever. Não precisa fazer nenhum aportuguesamento na escrita ou pronúncia. Tem um significado em si excelente: boas notícias. Também é um termo que tem mais a ver com música, enquanto evangélica e cristã são termos mais amplos. Talvez alguém não concorde com a importação somente do termo, mas é preciso estar ciente de que isso é perfeitamente legal e aceito pela sociedade tomar palavras emprestadas de outras línguas. No âmbito da música, por exemplo, importamos palavras com grafia e definição tais como blues, rap e rock, mas também importamos somente a grafia dando-lhe outro sentido tais como por exemplos o funk carioca e o gospel que não coincidem com o significado nos USA.

   Após as ponderações acima qual seria a melhor definição de música gospel? É toda canção composta, cantada ou tocada por artistas evangélicos, cujas letras enalteçam, direta ou indiretamente, ao trino Deus e/ou pregue seus mandamentos, virtudes e valores. No Brasil, a maioria das canções gospel são compostas por evangélicos, ou seja, por pessoas que se engajam e freqüentam uma igreja evangélica. A maioria das letras gospel são diretas, ou seja, tem um vocabulário bíblico ou eclesiástico, mas há muitas canções que usam um vocabulário mais intelectual, contextualizado, poético, metafórico, o qual chamo de letras indiretas. Com relação às pessoas da trindade, a maioria das canções gospel brasileiras se referem primeiramente a Jesus, em segundo lugar a Deus e em terceiro, ao Espírito Santo. Já a respeito da finalidade, a música gospel não somente prega mandamentos e virtudes divinas, mas deve retratar essa vida dentro dos valores do Reino de Deus. Por ter sido adotada pelos cristãos-evangélicos, gospel passou a ser a designação exclusiva de sua própria música. Com base nessa definição, não podem ser consideradas música gospel:

   1. Canções de pessoas não-evangélicas. Hoje em dia há muitos padres e bandas católicas lançando CDs com músicas que louvam ao trino Deus, entretanto não podem ser considerados gospel. Existem, ainda muita gente católica, admiradores de Jesus e outros sem religião definida que cantam canções que falam de Jesus Cristo, mas que não podem ser consideradas gospel. Por exemplos: certas canções do Roberto Carlos, Chitão e Xororó, Sine Calmon, Zezé Di Camargo e Luciano, etc. Pode-se considerá-las canções católicas, religiosas e/ou canções cristãs, mas não canções gospel.

   2. Canções de natal. Há muitas divergências com relação à comemoração do Natal nas igrejas evangélicas, uma vez que hoje é mais divulgado a verdade de que Jesus não nasceu dia 25 de Dezembro, mas provavelmente no final de setembro. A data 25 de dezembro foi criada pela igreja católica com o objetivo principal de acabar com uma festa que se fazia, nessa mesma data, na antiguidade, em homenagem a um deus pagão, chamado Mitra. Não se sabe exatamente o porquê, mas a verdade é que muitas igrejas evangélicas hoje em dia, talvez a maioria, defendem e comemoram o Natal como sendo o aniversário de Jesus. Não seria isso a perpetuação de um erro cometido pela liderança católica? E por que nós, que discordamos de várias de suas doutrinas, haveríamos de colaborar para estabelecer o 25 de dezembro?

   Se observarmos atentamente as festas, as comidas, decorações, presentes e o papai Noel, constataremos que o Natal não tem nada a ver com o nascimento de Jesus, para não dizer que em muitos lares o Aniversariante nem recebe os parabéns. Isso não quer dizer que a música gospel não possa falar do nascimento de Jesus, mas não deveria falar como as canções natalinas que temos por aí que exaltam o nascimento de Jesus, mas esquecem de exaltar os objetivos de sua vinda e da sua morte na cruz, que são muito mais importantes para nós. Obviamente as canções de natal podem ser consideradas canções católicas, religiosas e/ou natalinas, menos gospel.

   Existem casos de canções de autoria desconhecida, tais como: Segura na mão de Deus e Hoje é tempo de louvar a Deus serem consideradas gospel quando gravadas por artistas gospel, como também há casos de canções gospel serem interpretadas por cantores não-evangélicos tais como algumas canções do padre Marcelo Rossi, o que não deixa de ser gospel para nós, todavia deixa de o ser para os católicos.

   Há ainda casos de canções seculares que adquirem uma nacionalidade gospel quando interpretadas ou tocadas por evangélicos. São poucos os casos. Cito por exemplos: a famosa Oração de São Francisco de Assis e a comovente Cidadão (interpretada entre outros por Luiz Gonzaga), que receberam uma versão gospel. Não vejo problemas nessa atitude se a letra se enquadrar no conceito de gospel e desde que esteja esporadicamente nos CDs. Há exemplos, também, de artistas e bandas gospel gravarem seus CDs em gravadoras não evangélicas, como pode haver casos de os CDs deles serem vendidos principalmente em lojas não-evangélicas. Isso não tira o caráter gospel desses trabalhos, mas agem como instrumentos de evangelização e bom testemunho. Afinal não seria isso um exemplo de ser o sal e a luz do mundo?

   Há algo a importante a salientar. A definição de gospel acima é uma boa diretriz para determinar se um CD é gospel ou não. Muitos podem considerar seu trabalho gospel, como também muitos podem não considerar que sua obra seja gospel. Mas a questão não é considerar e sim ser, ou seja, se o CD é gospel não adiante negar que não é. E se não é gospel não adianta insistir que é. Vejamos uma ilustração: eu sou moreno claro, e por essa característica poderia negar que eu seja considerado negro. Mas essa atitude revela desconhecimento da definição do que seja raça negra, bem como falta de auto-sondagem. Se eu atentar um pouco para mim vou perceber que sou uma pessoa com um nariz um pouco achatado, sem tendência à calvície, com cabelos quase encaracolados e que gosto, também, de música com percussão e feijoada. Essas características já são suficientes para determinar que eu sou da raça negra. A minha negação da raça é incoerente com a realidade e o que eu ganho com isso é só uma imagem negativa por parte das pessoas. Por isso muitas vezes não é o artista, banda, gravadora, mídia, ou público que determina se um CD é gospel ou não, mas sim um conceito abrangente e coerente, que possa vir a se impor e ser aceito pela comunidade evangélica brasileira. É claro que a origem do conceito pode ser de qualquer parte do meio evangélico, cujos exemplos citei acima, todavia é o bom conceito que manda, que determina se o CD é gospel ou não. É muito estranho e incoerente quando um ou mais CDs de um artista ou banda tem todas as características de música gospel e pessoas ficam negando que não é. Se não querem que seus CDs sejam vistos como música gospel, que abandone de vez essas características que os fazem ser!

VI - CONCLUSÃO

   Quando se estuda a Bíblia atentamente pode-se notar que ela não põe limites à música, como por exemplo: ela não põe limites para se utilizar somente poucos e determinados instrumentos musicais. Ela não põe limites para que as canções só falem de poucos e determinados temas. Ela não põe limites para se use somente poucos ou determinados estilos. Ainda há outros casos em que a Palavra de Deus não põe limites, mas esses três exemplos são suficientes. Obviamente isso não quer dizer que a igreja não deva se pronunciar diante de certas coisas, mas que devemos usar o bom senso e evitar coisas que manifestadamente tiver origem satânica. Por exemplo: o estilo de música proposto pela nova era ou new age, com base no mantra, não deve ter sua representação na música gospel. Fora esse tipo de coisa, a música gospel tem um campo fértil, livre, sem fronteiras para levar o Evangelho. Para tanto muita gente encontrará barreiras, preconceitos, incompreensão, falta de apôio, amaldiçoamento, etc, não somente por parte dos ímpios, mas também por parte dos próprios evangélicos. Mas o que mais importa é ter plena confiança de que seu trabalho é aprovado pela Palavra de Deus.

   Alguns artistas e bandas demonstram uma certa aversão ao termo gospel. Agora eu me pergunto, qual seria a razão? Seria por vergonha? Seria por preconceito? Ou seria por orgulho? O termo gospel, além de possuir um significado poderoso, designa uma música a serviço do Rei. Por isso quem canta e toca música gospel deve ter orgulho disso e deve se expor abertamente como gospel, mesmo que incomode alguém, pois a luz sempre incomodará as trevas. Relembro as palavras de Jesus: "Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras nesta geração adúltera e pecadora, o Filho do Homem se envergonhará dele quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos" (Mc 8:38 - NVI). Se as pessoas do mundo te discriminam ou te boicotam por ser gospel, você não deve dar razão a elas. Pegue os instrumentos e mostre na prática que a música gospel merece respeito porque ela tem, também, qualidade e profissionalismo. Acima de tudo, a música gospel tem letras espirituais que agradam a Deus, bem como objetivos nobres, tais como tirar a pessoa do pecado e da auto-destruição.

   Tratamos de um assunto aqui que não deve ser considerado uma questão bíblica, pois não é. Trata-se mais uma questão de semântica e opinião. Por isso nesses casos a Bíblia nos dá a liberdade de aceitar ou não. Só que eu gostaria de encorajar todos da comunidade cristã/evangélica a adotarem a palavra gospel no sentido que ela tem hoje aqui no Brasil. Tenho certeza de que essa atitude representa nossa capacidade de união para uma boa causa, que é o progresso do Evangelho através da música que fala e exalta o trino Deus. Sei que qualquer que fosse a palavra ou expressão para designar nossa música, sofreria objeções e aversões, mas a palavra gospel é uma boa definição, por isso ela merece continuar designando a música evangélica no Brasil.

 Desenvolvido por:
 Daniel Filho
© Arquivo Gospel 2014 - Todos os direitos reservados
E-mail:
contato@arquivogospel.com.br
Diretor - Salvador de Sousa